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QUEM DISSE QUE ELA É FÚTIL?! BARBIE AGORA TEM CONTEÚDO.

Ela não é só magra e loira. Barbie agora tem conteúdo.

Mattel lança linha de mulheres inspiradoras e reais para transformar estereótipos

Desde a década de 50, ela teve um estereótipo: loira, magra, alta de olhos azuis. Inspirou meninas a acreditarem que ali estava a beleza ideal.

Mas Barbie, que está prestes a completar 60 anos, teve que mudar.

A Mattel, empresa responsável pela boneca, fez uma pesquisa com mães de meninas e chegou à uma conclusão: 86% se preocupam com as referências às quais suas filhas são expostas e que as inspiram no dia a dia.

Baseada nessa pesquisa, a Mattel, criou a linha “Barbie: Mulheres Inspiradoras”.

De acordo com a Revista Galileu, são bonecas inspiradas em mulheres que são consideradas poderosas e ícones em algumas áreas.

Entre elas: a aviadora americana Amelia Earhart -primeira aviadora feminina que atravessou o Oceano Atlântico e desafiou os protocolos da época, quebrando recordes mundiais na aviação; a artista mexicana Frida Kahlo, apaixonada pela arte e motivada pela intensidade inerente à vida – ícone do surrealismo e do universo feminino na década de 50; a física e cientista da NASA Katherine Johnson, que contribuiu de maneira fundamental para a aeronáutica e exploração espacial dos Estados Unidos, em especial em aplicações da computação na NASA.

A linha conta ainda com atletas como: Chloe Kim (a mulher mais jovem a ganhar medalha de ouro no snowboarding), a boxeadora inglesa, Nicola Adams, que foi a primeira medalhista de ouro do boxe feminino; a atleta de windsurfe, Çağla Kubat, que fundou sua própria escola de windsurf para jovens surfistas; a chinesa campeã de vôlei, Hui Ruoqi, décima quinta capitã da equipe feminina chinesa de vôlei que também ganhou ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016; a jogadora de golfe Lorena Ochoa, que atualmente está posicionada como a número um do ranking mundial de golfe feminino e a jogadora de futebol italiano, Sara Gama.

Para inspirar ainda mais as meninas, a linha da profissão à Barbie, homenageando também mulheres cineastas (como Patty Kekins, diretora de Mulher Maravilha), ambientalistas (como Bindi Irwin), chefes de cozinha (Hélène Darroze), jornalistas (como a polonesa Martyna Wojciechowska), filantropas (chinesa Xiaotong Guan) e tem até inspiração para as empreendedoras e designers (Barbie virou Leyla Piedayesh, da Alemanha, e Vicky Martin Berrocal da Espanha).

NAS LOJAS

A boneca de Frida já está disponível em lojas do Brasil. Em um anúncio do Mercado Livre ela chega a custar R$368. Preço salgado, mas com valor embutido na cultura do futuro feminino.